Biossegurança

Na Odontologia, seguir as normas de biossegurança é algo essencial e, se podemos dizer, até mesmo obrigatório. O processo de biossegurança previne inúmeros prejuízos à saúde humana, animal e ao ambiente em certas atividades que apresentam um grau de periculosidade.

Os atendimentos odontológicos, portanto, requerem medidas de biossegurança já que envolvem o risco de contato direto com material infectado como a saliva do paciente. 

Estudos feitos pela Organização Mundial da Saúde indicam que os profissionais da Odontologia ficam em 3º lugar no ranking dos profissionais mais infectados em ambiente de serviço. 

Além disso, outro dado assusta e está diretamente relacionado como causa ao dado anterior: 25% dos pacientes que passam por atendimento trazem consigo diversas partículas infecciosas, podendo transmiti-las para outros pacientes e, principalmente, para o dentista.

Por isso, os profissionais devem estar sempre vestidos com as roupas adequadas para atendimento e também com os EPIs. Além disso, é preciso atenção quanto à limpeza e desinfecção dos equipamentos. 

Estas e outras medidas devem andar lado a lado com os atendimentos. Nesta seção, confira conteúdos completos sobre como estar em dia com a biossegurança nos atendimentos em sua clínica ou consultório.

Biossegurança e a evolução dos EPIs na Odontologia

Biossegurança e a evolução dos EPIs na Odontologia

Biossegurança é o conjunto de ações com objetivo de controlar e prevenir prejuízos à saúde humana, animal e ambiente frente a uma determinada atividade. Dessa forma, a biossegurança é um fator primordial na Odontologia. Ao longo do tempo, ocorreram (e ainda ocorrem) avanços na área em relação aos equipamentos de proteção e segurança.

Odontologia pós-pandemia: o que vai mudar após a crise?

Odontologia pós-pandemia: o que vai mudar após a crise?

As mudanças na Odontologia devido à pandemia foram percebidas, principalmente, nos cuidados com a higienização e a biossegurança. Se antes os cuidados com esses fatores já eram essenciais, agora devem ser redobrados. Além disso, houve os impactos na economia e, consequentemente, na gestão financeira. Adaptações também precisaram ser feitas quanto à gestão de atendimentos e ao relacionamento com o paciente.